A Transparência da Noite

08:00:00

Não aguento ver o teu nome em nenhum lugar
Mas é só pelo teu nome que consigo chamar

E na solidão do mundo escuro
É pelo teu corpo que eu procuro

Espero que ele percorra a minha alma nua
Espero que ele inflame a minha pele crua

Entre a noite, embrulhada na escuridão,
Procuro ser ateada pelo grito da paixão

E em cada grito, um espasmo
E em cada espasmo, um orgasmo

E no orgasmo, procuro o conforto
Do único toque que chama pelo meu corpo

E o meu corpo vai ao seu encontro
Tão vivo do seu estado morto

E a noite descobre as costas arqueadas
Balança as peles suadas
Ahh... Lança-se um gemido
E o afecto torna-se desmedido.



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Márcia Filipa. Com tecnologia do Blogger.