Continuo a sonhar contigo. Continuo a sonhar que vamos ficar juntos. Continuo a sonhar que és meu e que queres sê-lo. Continuo a sonhar com o brilho que os teus olhos tinham quando olhavam para mim, com o teu toque na minha pele e aquele estremecimento eletrizante que provocavas. Continuo a sonhar com os teus lábios, com o sabor insubstituível dos teus beijos. E irrita-me! Deita-me abaixo! O meu coração aperta-se. Sufoca. E no entanto, eu não quero acordar. Por mais que o coração doa, eu não quero acordar, porque no meu sonho nós estamos juntos, eu estou junta, eu estou eu outra vez. E eu quero isso. Não quero este vazio que eu finjo aceitar tão bem.
Continuo a ir á caixa onde guardo as nossas coisas e continuo a ir ler as cartas, os textos, os poemas que te escrevi. Continuo a olhar para as pulseiras cortadas que antes usava no pulso como a promessa de um amor inquebrável. Continuo a tocar na tua camisola e a cheirá-la, porque ainda tem o teu cheiro e é como sentir-te a envolveres-me com os teus braços outra vez. Tu protegias-me do mundo. Mas não precisavas, porque o meu mundo eras tu e eu. E agora o que é feito disso? Nada. E eu continuo a escrever-te. Menos, mas continuo. Já perdi a conta das cartas que te escrevi, do sentimento que transcrevi, das lágrimas que chorei.
Continuo a recordar e continuo a querer-te de qualquer maneira! Eu desculpar-te-ia de tudo. É verdade. De tudo mesmo. Porque não me importa. Desde que tivesses comigo, eu desculpar-te-ia, aceitar-te-ia de volta comigo e talvez até arcasse eu com as culpas. Porque eu amo-te. Amo-te desde o início. E amar-te-ei até ao fim. Isso eu prometo.
Só gostava que o soubesses... Só gostava que o entendesses, que o entendesses mesmo, que o sentisses. Mas enquanto isso não acontece, eu vou sendo aquela sombra da tua vida que vai desaparecendo, enquanto cai a noite.
Continuo a ir á caixa onde guardo as nossas coisas e continuo a ir ler as cartas, os textos, os poemas que te escrevi. Continuo a olhar para as pulseiras cortadas que antes usava no pulso como a promessa de um amor inquebrável. Continuo a tocar na tua camisola e a cheirá-la, porque ainda tem o teu cheiro e é como sentir-te a envolveres-me com os teus braços outra vez. Tu protegias-me do mundo. Mas não precisavas, porque o meu mundo eras tu e eu. E agora o que é feito disso? Nada. E eu continuo a escrever-te. Menos, mas continuo. Já perdi a conta das cartas que te escrevi, do sentimento que transcrevi, das lágrimas que chorei.
Continuo a recordar e continuo a querer-te de qualquer maneira! Eu desculpar-te-ia de tudo. É verdade. De tudo mesmo. Porque não me importa. Desde que tivesses comigo, eu desculpar-te-ia, aceitar-te-ia de volta comigo e talvez até arcasse eu com as culpas. Porque eu amo-te. Amo-te desde o início. E amar-te-ei até ao fim. Isso eu prometo.
Só gostava que o soubesses... Só gostava que o entendesses, que o entendesses mesmo, que o sentisses. Mas enquanto isso não acontece, eu vou sendo aquela sombra da tua vida que vai desaparecendo, enquanto cai a noite.
- 10:28:00
- 0 Comments




